Vic Responde II

Mais uma leva de perguntas e respostas! Agora tem um monte, aliás tinha tanto que dividi em dois posts, coloco o outro amanhã!

. Como assim você passa blush nos olhos? (No vídeo do batom vermelho)

Já comentei sobre esse “truque” aqui, é um jeito muito fácil de dar uma sombreada nos olhos quando não há tempo de passar sombra. Depois de passar o blush no rosto, normal, uso o pincel sujo nas pálpebras. Deixa um tom rosinha ótimo!

. Qual é o produto mais antigo da sua coleção e há quanto tempo vc tem ele? (No post Respondendo)

Hahahah amei essa pergunta!!! Pensei muuuito e acho que não tenho nada assim chocantemente antigo, até porque já estaria vencidinho né. Se bem que minhas primeiras maquiagens, quando eu tinha poucos anos, foram furtadas do banheiro da minha mãe – uma palette vermelha cheia de coisas da Lancôme, um corretivo da Clinique e um quarteto de sombras azuis – e segundo ela o quarteto estava lá há uns 10 anos, mas eu não tenho mais essas coisas! Acho que o elemento mais antigo agora é meu pó solto Silver Dusk, aquele iluminador da MAC, que não acaba nunca! Devo ter há uns 4 anos…

. Queria muito que você comentasse a respeito dos grampos. Sempre que vou fazer um penteado fico naquele dilema: devo esconder ou não os grampinhos? Varia com a ocasião ou tipo de penteado? Ou hoje já é aceito usar os grampos a mostra? (No post Guia do coque feliz)

Acho que vai de cada um, mas eu não tenho nenhum problema com grampos aparentes porque, tendo cabelo curto, sempre que faço um rabo ou coque mais altos fica um monte de cabelinho caído atrás, e aí tem que prender com grampo e não tenho capacidade de deixá-los invisíveis!!! Então ignoro. Mas teoricamente, em penteados mais formais, é bom que eles apareçam pouco. Ou você pode fazer do grampo um acessório, como no desfile do Alexandre Herchcovitch.

. Você poderia me falar como vc faz para a sua maquiagem durar o dia inteiro? (No post Respondendo)

No dia-a-dia não faço nada, na verdade. Passo de manhã e ela sai um pouco, é normal, se vou sair de noite dou um retoque no blush e no corretivo. Mas não tenho pele oleosa e passo quase o dia todo dentro da redação. A única coisa que preciso ficar retocando sempre é o batom. Mas sempre tive a sensação que, quando capricho na pele com base líquida, corretivo, pó, aquela coisa toda, o make dura mais (eu não passo base líquida todo dia!). No fim das contas eu gosto também da maquiagem “vivida”, porque me dá a impressão de que ela mesclou melhor com a pele.

. Como assim camada fina de rímel e depois curvex? Mas pode usar o curvex depois, não quebra? (No post Batalha do curvex)

Minha frase ficou ambígua nesse post!! Mas o que eu quis dizer foi, como truque pros cílios não “tombarem” depois do rímel: você passa o curvex no cílio beeem sequinho, passa com afinco. Depois vai com uma camada fina de rímel, bem pouquinho, e espera secar. Isso segura a curva. Depois você pode passar um moooonte de camadas que fica ok, belo e sem cair! Agora, em poucas ocasiões, se você se esmerou mas a curva caiu, aí vale usar MUITO de leve o curvex por cima do rímel, já seco. Não é o ideal, mas pode às vezes…

. Por que você segue a sequência Touche Éclat + corretivo e não o contrário, que eu acho que daria mais brilho? (No post Respondendo)

Porque o Touche Éclat já cobre um pouco, e aí preciso de menos corretivo, fazendo uma cobertura mais natural. Fora que minha ideia com ele não é exatamente dar brilho, e sim iluminar sutilmente. Mas vejam bem, isso não é regra nenhuma, como já falei aqui não tem muito isso de sequência obrigatória na maquiagem, você faz como achar mais legal. E de qualquer forma eu também uso o Touche Éclat por cima do corretivo, quando quero retocar pra dar um up no fim do dia!