Pixie cut: de Audrey Hepburn a Emma Stone, o corte certeiro para quem busca frescor e praticidade
Tem uma cena clássica do cinema que quem assistiu “A princesa e o plebeu”, dificilmente esquece: a personagem de Audrey Hepburn, que interpreta uma uma jovem nobre que foge de seus deveres reais para se aventurar pelas ruas de Roma por um dia, vai a um salão e corta suas longas madeixas. Mais que um ato de rebeldia de alguém tentando se desvencilhar de um sistema que a oprimia, essa atitude foi também uma maneira de Anna se redescobrir e tentar se reconhecer na própria pele, naquele dia programado para ser só seu. “Mais”, ela pede ao cabeleireiro, “mais ainda”, enquanto ele continua a passar as tesouras. “Ficou exatamente como eu queria”, ela sorri satisfeita quando ele termina e ela tem o que nós conhecemos por um “pixie cut”, aquele curtinho beeem curtinho famoso. Um corte conhecido por ser extremamente prático e versátil, trazendo leveza e frescor a qualquer visual. Moderno? Bom, ele sempre remete a essa característica por romper com os padrões de feminilidade com os quais estamos acostumadas – mas estamos falando de um filme de 1953, então ele não é exatamente inovador né?
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Democrático, o pixie cut é uma opção popular para todas as faixas etárias, e se adapta a diferentes estilos e a diversas curvaturas de cabelo, dependendo de como é finalizado. Porém, por ser um estilo que destaca o rosto, ele exige autoconfiança e uma dose de ousadia.
Quer se inspirar com a gente? Veja aqui alguns dos nossos cortes salvos na pasta de favoritos:










{Fotos: Leon Bennett, Stephane Cardinale – Corbis, Jason Merritt, Estrop/ Getty Images, @ninapark, @nikki_makeup, @taylor_hill e @leticiayez}




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