A história do blush

Você sabia que o blush é usado desde a Antiguidade? Pois é: a história do blush é longa e fascinante, passando por várias culturas ao longo de milhares de anos. Um item de maquiagem que, em sua essência, sempre buscou realçar a beleza natural (dando uma corzinha e mais vida ao rosto); hoje é encontrado nos mais diversos formatos – e em praticamente toda nécessaire que se preze.
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Primórdios: A Antiguidade
Lá na antiguidade, tipo no Egito, Grécia e Roma, o blush já fazia sucesso: extratos de plantas, minerais e até insetos esmagados (eca!) eram usados para dar uma corzinha nas bochechas e imitar um rubor saudável e natural, buscando realçar a beleza e o status. Quanto mais vermelho, mais chique.

Idade Média e Renascença: Entre a Modéstia e a Realeza
Na Idade Média, o blush deu uma sumida, já que a modéstia era a moda. Mas na Renascença ele teve seu retorno triunfal, especialmente entre a nobreza e a realeza: mulheres das cortes venezianas e francesas usavam pós avermelhados para exibir um semblante jovial e aristocrático.

Séculos XVII e XVIII: O Apogeu do Rococó
Os séculos XVII e XVIII foram a era de ouro do blush, principalmente com o estilo Rococó, onde o blush era indispensável: a pele pálida era o ideal de beleza e o blush criava contraste, dando um efeito dramático. Tanto homens quanto mulheres das classes mais altas usavam grandes quantidades de pó branco no rosto e bochechas bem destacadas, geralmente com carmim. A ideia era parecer uma boneca de porcelana, com bochechas super rosadas. Pensa na Maria Antonieta, ela era fã!

Século XIX: A Era da Discrição
No século XIX, a moda mudou drasticamente. A naturalidade e a discrição se tornaram o padrão de beleza, e o blush chamativo foi considerado vulgar. Quando usado, era de forma muito sutil, com produtos mais discretos e aplicados com leveza para um aspecto “saudável” e não maquiado. A ideia era parecer que você tinha um rubor natural, como se tivesse acabado de dar uma caminhada no campo. Aquela máxima de “menos é mais”, sabe? Uma estética bem clean girl, só que antes de inventarem as redes sociais.
Século XX: Do Cinema à Democratização
O século XX trouxe uma revolução para o blush. Com o cinema, atrizes como Marilyn Monroe e Elizabeth Taylor popularizaram a maquiagem, e o blush se tornou um item essencial: ele começou a ser produzido em massa e surgiram fórmulas mais modernas (em pó, creme, líquido), seguras e acessíveis. No final do século, o blush já formava com a máscara de cílios e o batom a tríade indispensável de qualquer nécessaire.




Século XXI: Variedade e Personalização
Hoje em dia, o céu é o limite! Temos blush de todos os tipos: em pó, cremoso, líquido, em bastão… E para todos os tons de pele e gostos. Das bochechas marcadas às mais naturais, ele é usado para contornar, dar cor ou até iluminar: a ideia é personalizar mesmo, usar o blush para criar o efeito que você quiser, seja um look natural ou algo mais dramático. É tudo sobre se expressar!




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{Fotos: reprodução Ron Lach/ Pexels, Circle of Jean Clouet, Élisabeth Louise Vigée Le Brun, Sam Shaw, Copyright 1948 Dell Publishing, Public domain, via Wikimedia Commons, Frank Trapper/Corbis, Mitchell Gerber/Corbis/VCG, Evan Agostini, Corbis, Frazer Harrison e Dia Dipasupil/Getty Images}




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