O que rolou de mais quente no mercado da beleza em fevereiro

01/03/21

Notícia triste para as amantes de maquiagem: a Becca, conhecida por seus iluminadores bafo, vai encerrar suas operações em setembro. Tudo parte do plano de recuperação pós-Covid da Estée Lauder, dona da marca, que ano passado sentiu o impacto da pandemia nos seus negócios. O negócio é estocar seus favoritos até lá. (Veja o comunicado completo aqui no Instagram da marca).

Por outro lado, a Estée Lauder anunciou simultaneamente a compra do controle da Deciem, empresa que tem a The Ordinary entre suas marcas e que faturou bastante no último ano, por 1 bilhão de dólares. Ela já tinha 26% de participação no grupo e agora vai para 76%, com o compromisso de adquirir o resto das ações em até 3 anos. (Saiba mais aqui)

A Dynamo Beauty, investidora da Sallve, vai lançar um fundo de 400 milhões de dólares com o objetivo de criar uma “L’Oréal 2.0” – uma holding de marcas de cosméticos com um portfólio tão grande quanto o da empresa francesa. (Leia a notícia completa aqui)

Pioneiro na utilização de eco álcool em cosméticos no Brasil, o Grupo Boticário anunciou que 100% da sua perfumaria passará a ser produzida com essa versão mais sustentável de álcool até o fim de 2021. Esse processo mais tecnológico reduz em até 30% das emissões de pegada de carbono. (Mais detalhes aqui). O grupo também anunciou que irá se unir a outras empresas, ao Instituto Butantan e ao Estado de São Paulo para construir uma fábrica de produção de IFA, base da vacina da covid-19 (leia aqui).

A LVMH anunciou que todas as suas marcas de incubadoras de 2021 são de propriedade de pessoas não-brancas. Elas fazem parte do programa “Accelerate” e devem começar a ser vendidas na Sephora até o fim de maio. (Leia mais aqui, em inglês)

{Foto: reprodução Jocelyn Morales/ Unsplash e Instagram @beccacosmeticsbr}

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