Marroquino

Queria contar da minha experiência com o tal do Moroccan Oil mas antes de tudo, vamos situar: o Moroccan Oil virou febre, e o engraçado é que ele meio que brotou: um dia ele não existia, no outro era só dele que todo mundo falava. Se você lê revistas e sites americanos é praticamente impossível não notar sua onipresença e seu rótulo azul turquesa, em matérias de cabelos, penteados ou “os produtos favoritos da fulaninha”. O que nos faz pensar que ele deve ser muito bom – e deve ter um mega trabalho de marketing por trás (!!!)

 

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Ah sim, e o que é o tal do Moroccan Oil? Na verdade é uma linha de produtos capilares composta pelo próprio Moroccan Oil (sim, um óleo pro cabelo), máscaras de tratamento, spray de brilho, creme pra cachos, shampoo etc. No site deles tem toodas as informações.

Claro que eu, sendo como sou (caio em todas essas jogadas de marketing), logo fiquei curiosa pra testar o hype do Moroccan Oil. Fui pra NY e comprei na Ricky’s – mas vi para vender em lojas de departamento e a linha também é vendida em vários cabeleireiros bacanas (como acontece com Kérastase no Brasil), achei que ele está bem disseminado nos EUA e não é difícil de encontrar. O preço é salgadinho – o vidro grande do óleo, com 90ml, sai por 40 dólares – e como eu só queria testar comprei a versão mini, com 25ml, que custou uns 16 dólares.

 

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E olha só que coisa, na primeira vez que usei não achei NADA de mais. Achei que meu cabelo ficou igual, sei lá. Por isso demorei pra falar dele aqui – eu não acreditei que tanto escarcéu era por nada e tinha que dar uma segunda chance. Eis que então resolvo tonalizar meu cabelo um dia antes de vir pra Londres onde a água e o clima são diferentes, motivos de sobra pro cabelo dar uma piradinha básica. Minhas pontas estavam terríveis, não dava nem pra fazer um rabo porque ficava tudo espigado. Resolvi passar o Moroccan Oil depois de lavar o cabelo (ele pode ser usado como um leave-in nos fios molhados como eu fiz ou no cabelo solto pra selar as pontas) mas dessa vez caprichei um pouco mais na quantidade (porque da primeira vez fiquei com medo do cabelo ficar pesado, mas não fica!) E tchan, quando meu cabelo secou ele estava ultra macio, domado e com pontas hidratadas. Aí eu gamei e obriguei minha irmã a usar hahaha, ela também amou e achou que fez milagre no cabelo dela.

Voltando às estratégias de marketing da marca, uma das mais poderosas certamente é ter um top cabeleireiro de celebridades para ser “embaixador” dos produtos. O eleito foi Mark Townsed, que faz o cabelo de gente como Diane Kruger (minha musa capilar), Ashley Olsen e Jessica Biel – vocês lembram do cabelo ma-ra-vi-lho-so que ela apareceu usando semana passada?? Eu mostrei aqui, foi ele que fez (descobri que ela é cliente lendo uma nota sobre o site dele, no site da Vogue UK – aliás esse site dele é bem legal!). Bom, e aí o que acontece é que sempre que ele faz uma famosa cita os produtos que usou, fala do Moroccan Oil e isso ajuda a ir criando o hype. E quando você vê está louca atrás de um!

 

Taylor Swift, em raro momento liso – ela também é fã confessa do Moroccan Oil, ao lado de Emily Blunt, Rachel Zoe…

Para comprar:

Claaaro, óóóbvio, que ainda não chegou no Brasil (isso é uma chatice), mas eu sei no MG Hair tem hidratação com as máscaras, que o Marco Antonio di Biaggi comprou em NY, e já contou no Twitter que está fazendo o maiooor sucesso. Vocês sabem de outros salões no Brasil que já tem? Deixem nos comentários! Tel do MG: 11 3068-9035, site aqui.

Nos EUA é fácil de achar e também vende na Amazon, aqui em Londres eu ainda não vi ao vivo mas achei dois sites que vendem também – Bath and Unwind e Hair1Direct. Do resto do mundo eu infelizmente não sei, mas sempre tem o amigo Google ou o email do Moroccan Oil: info@moroccanoil.com

A gente faz de um tudo pra tentar deixar o cabelo bom!!!