6 restaurantes inesquecíveis – coluna Além da Beauté na Glamour de maio

Não leia a coluna desse mês com fome! Relembrei alguns dos mais incríveis restaurantes que já visitei pelo mundo, daquelas experiências que ficam na memória

Jules Verne em Paris
O restaurante de Alain Ducasse que fica na Torre Eiffel é um dos mais absurdos que já fui. A comida é fantástica, como não poderia deixar de ser – 6 anos depois ainda sonho com o lagostim crocante que comi – serviço impecável e uma vista linda de Paris. Precisa reservar com muita antecedência e a dica é ir cedo para ver o sol de por lá de cima.

Da Ivo em Veneza
Sou fissurada por risoto de funghi fresco, aquele tipo de cogumelo que você só encontra na Itália. Nesse restaurante escondidinho comi o mais inesquecível da vida – a porção era para dois e estava sozinha, mas confesso que não sobrou nada no prato!

Radio em Copenhagen
Pequenino e ultra descolado, o Radio é um dos melhores expoentes da incensada gastronomia dinamarquesa – o chef Jesper foi sous-chef no Noma, o restaurante número 1 do mundo. O clima é casual e a comida incrível, tudo hiperfresco, vegetais deliciosos e um menu fechado de cinco pratos que mudam frequentemente.

Cut at 45 Park Lane em Londres
Não é um restaurante pechincha, mas se você aprecia uma boa carne, esse é O lugar para ir em Londres. Sob comando de Wolfgang Puck, sumidade no mundo das carnes, tem no cardápio raridades dos quatro cantos do mundo e um menu degustação que é o paraíso dos carnívoros!

Paco Meralgo em Barcelona
Há tapas e tapas na Espanha – e os do Paco Meralgo são daqueles que ficam na memória tamanha a perfeição, apesar da simplicidade desse tipo de comida que pode ser igualmente trivial e espetacular. Queria o pan con tomate e o atum na chapa todos os dias!

Maní em São Paulo
Sempre que amigos de fora visitam São Paulo e me pedem dicas reforço mil vezes que visitar o Maní é programa obrigatório. Amo o ambiente – sentar no terraço em um sábado de sol é um must – e basicamente tudo que sai da cozinha de Helena Rizzo, ao mesmo tempo moderno e bem brasileiro. Ah, as caipirinhas são dos deuses!

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